Homenagem

Semana passada era para ter saído na Folha de São Borja uma homenagem que fizemos ao nosso amigo Beiço, falecido há um ano.

Por um motivo ainda não esclarecido, o jornal simplesmente esqueceu de colocar a homenagem. Por falta de pagamento é que não foi, nenhum jornal publica anúncios sem pagamento antecipado, salvo exceções…

Pois hoje saiu a homenagem, segundo meus amigos, para retificarem-se do erro, o jornal postou em um tamanho maior e colorido. Eu só vou ver o jornal quando me mandarem de lá, mas minha mãe já o comprou hoje.

Bueno, aqui vai a homenagem que mandamos, como não tenho o jornal, aí vai o teor dela:

ALESSANDRO MELLO VALADARES (BEIÇO)

16.04.1981———–07.05.2010.

Passou um ano.

Um ano de saudades, um ano onde as piadas perderam um pouco da graça, um ano sem um sorriso que era capaz de resolver qualquer problema, um ano esperando a porta se abrir e você entrar, um ano esperando o telefone tocar ou alguém chamar, dizendo que era o Beiço.

Um ano em que toda rua ou lugar da cidade traz a lembrança de algum fato que vivemos juntos. Um ano em que o banco da praça ou uma cadeira de um bar qualquer estão vazios, onde ali sentaríamos para filosofar, “dar milho aos pombos” como dizíamos, e naquele instante parecia que tínhamos a força de mudar o mundo. Um ano em que a Akadimia (sinônimo de amizade em nosso dicionário), perdeu uma viga mestra.

Parece egoísmo, ate pode ser, mas como você vai para outro “plano” sem avisar, sem pedir licença, afinal em nossa ultima conversa você disse para ficarmos tranqüilos (como sempre fazia), que em uma semana estaria de volta?! Pois é, infelizmente, ninguém sabe qual é a hora exata de tomar a “saideira”.

Sigo (seguimos) em frente com a força da lembrança do já distante ano de 1996, onde primeiros fomos colegas, logo em seguida nos tornamos amigos, mas o convívio nos mostrou que estávamos errados, éramos (somos) mais do que isso.

Onde quer que você esteja, fique bem e muito obrigado por ter feito, e continuar fazendo, parte de nossas vidas. No momento certo, a gente se vê por ai… (autor: Rodrigo Santana).

Pensamento que reflete, em boa parte, o que sentem também os demais “irmãos” da Akadimia: Humberto Oliveira, Leandro Krieger, Giancarlo Passarini, Ítalo Drago, Charles Flores, Rogério Santana, Pérsio Lima, Marcos Mendes, Rodrigo Balbueno e Rodrigo Fernandes.

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